quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Na manhã de hoje, dia 10, a governadora Roseana Sarney transmitiu o comando do Estado do Maranhão para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Arnaldo Melo. O ato aconteceu no Palácio dos Leões.
Em seu pronunciamento de despedida antecipada – já que não optou por ficar até o final do mandato, Roseana agradeceu à população, aos aliados políticos e seus secretários. Na oportunidade, ela fez duras crítiNão posso deixar de registrar a campanha insidiosa e inverídica que o Maranhão sofreu nos últimos meses. Fomos vítimas de um terror penitenciário de origem política que manchou a imagem do Estado. As drogas, o crime organizado e o banditismo transformaram no primeiro problema social do país, não só do Maranhão, mas do país. Mas, a verdade, é que temos que ter orgulho da nossa terra, da nossa gente, de tudo que construímos juntos. Somos um povo ordeiro, um Estado pacífico, de gente educada, que tem, em alta conta, os valores da cultura”, disse em seu discurso.
Roseana Sarney falou ainda que sempre manteve um clima “amoroso” com seus oposicionistas, dizendo que nunca utilizou o cargo de chefe Poder Executivo para perseguir seus adversários. “Tenho a felicidade de dizer que, durante toda a minha vide pública, nunca persegui ninguém. Nem usei o governo para instrumento de política partidária. Sempre mantive um clima de cordialidade com meus adversários, os quem nunca considerei inimigos”,.
A governadora também agradeceu os aliados e à população pelos anos no cargo público. “Agradeço à classe política, ao o PMDB e aos aliados, senadores, deputados e prefeitos pelo reconhecimento e pela solidariedade. Agradeço a todos os servidores públicos que ajudaram o meu governo com trabalho competente e seriedade, e aos trabalhadores do campo pela contribuição valorosa. Agradeço ao povo do Maranhão, homens e mulheres da minha terra, a quem devo meus sucessivos mandatos, ao carinho com que sempre me trataram. Terão sempre meu amor eterno e minha gratidão perpétua”.cas à oposição, sobre o uso político da crise no Sistema Penitenciário.

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