quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Professores contratados da UEMA estão cinco meses com salários atrasados.

Bira do Pindaré

O deputado Bira do Pindaré, futuro secretário de Ciência e Tecnologia, protestou contra a situação dos mais de oitenta professores da UEMA que foram contratados temporariamente e estão desde o mês de agosto sem receber salários.
Bira afirmou que recebeu a reclamação de um grupo de professores e que já conversou com o novo Reitor da UEMA, a partir de 02 de janeiro, sobre a problemática. O futuro Reitor reconheceu a existência da situação e ressaltou que isso ocorreu em decorrência de um posicionamento da Secretaria de Administração do Estado com base no Parecer da Procuradoria Geral do Estado, que se posicionou pela nulidade dos contratos alegando o período eleitoral.
A Assessoria Jurídica da UEMA está fundamentada da necessidade que tinha da contratação desses professores por conta de um serviço que não podia ser interrompido, justificando juridicamente, entretanto a PGE não acatou, a SEGEP também encaminhou pela nulidade dos contratos.
Os professores trabalharam, mas até agora não receberam. Este é mais um dos elementos que compõem esta herança que nós vamos receber a partir do dia 1º de janeiro, o novo governo vai receber. Nós vamos ter que encontrar solução, uma vez que os professores prestaram serviço e não podem ficar no prejuízo, e nós precisamos na verdade encontrar solução definitiva para a situação de contratação de professores na UEMA”, destacou Bira.
Para o socialista, os professores são contratados de maneira precária, sem ter carreira. O Poder Público tem que encontrar saídas para que os professores da UEMA sejam valorizados, a UEMA seja fortalecida estruturalmente e desta forma o Maranhão possa ganhar.  
As autoridades do atual governo, agora no comando do Governador Arnaldo Melo, precisam tomar providências, inclusive, quem sabe, corrigir o que tiver de errado em relação aos procedimentos, em relação a este caso, e garantir o pagamento dos professores, uma vez que efetivamente eles trabalharam, conforme foi relatado pelo próprio representante da universidade”, cobrou Bira.

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